O rastro do Jaguar PDF ¼ O rastro PDF/EPUB or

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    O rastro do Jaguar PDF ¼ O rastro PDF/EPUB or um ndio brasileiro criado na Fran a Na segunda metade do s culo XIX, ele viaja ao Brasil em busca de suas origens guarani e encontra uma na o em guerra contra o vizinho Paraguai A hist ria narrada por seu amigo Pereira, um jornalista franc s descendente de portugueses que embarca com Pierre A aventura come a na Fran a, segue pelo sert o e interior brasileiros at chegar ao Sul do pa s, e da Argentina, Uruguai e Paraguai No caminho, convivem com ndios, europeus, sertanejos, ga chos, e vivenciam os choques culturais entre popula es de origens t o diversas."/>
  • Kindle Edition
  • 432 pages
  • O rastro do Jaguar
  • Murilo Carvalho
  • English
  • 21 May 2019

O rastro do Jaguar[Reading] ➿ O rastro do Jaguar By Murilo Carvalho – Essayreview.co.uk Primeiro romance do jornalista Murilo Carvalho, O rastro do Jaguar foi vencedor do Pr mio Leya, cuja primeira edi o foi realizada em e teve no j ri nomes como Pepetela e Carlos Heitor Cony O livro co Primeiro romance do jornalista Murilo Carvalho, O rastro do Jaguar foi vencedor do Pr mio O rastro PDF/EPUB or Leya, cuja primeira edi o foi realizada eme teve no j ri nomes como Pepetela e Carlos Heitor Cony O livro combina literatura e hist ria para contar a saga de Pierre, um ndio brasileiro criado na Fran a Na segunda metade do s culo XIX, ele viaja ao Brasil em busca de suas origens guarani e encontra uma na o em guerra contra o vizinho Paraguai A hist ria narrada por seu amigo Pereira, um jornalista franc s descendente de portugueses que embarca com Pierre A aventura come a na Fran a, segue pelo sert o e interior brasileiros at chegar ao Sul do pa s, e da Argentina, Uruguai e Paraguai No caminho, convivem com ndios, europeus, sertanejos, ga chos, e vivenciam os choques culturais entre popula es de origens t o diversas.


About the Author: Murilo Carvalho

Nascido nas montanhas de Minas Gerais, Brasil, Murilo Carvalho jornalista, escritor e realizador de document O rastro PDF/EPUB or rios Trabalhou em alguns dos principais jornais e tamb m em revistas e televis es brasileiras Durante os anos de ditadura militar no Brasil foi rep rter do jornal Movimento, publica o de car cter democr tico, onde era respons vel pela sec o Cena Brasileira, que fazia um retrato jornal stico liter rio da gente e da realidade dos sert es do pa s Nesse longo per odo, conviveu com v rias na es ind genas, fazendeiros e trabalhadores rurais, que viam, a cada dia, a terra encolher sob os seus p s Trabalhou ainda no jornal Folha de S o Paulo e em revistas da Editora Abril Nos ltimos anos dedicou se produ o de document rios e programas de televis o sobre a realidade brasileira A literatura tem sido uma companheira desde a juventude em recebeu o principal pr mio liter rio brasileiro da poca Concurso de Contos do Paran Editou dois livros de fic o e v rios livros de reportagem O Rastro do Jaguar o seu primeiro romance fonte leya.


10 thoughts on “O rastro do Jaguar

  1. says:

    Temas interessantes a guerra entre o Paraguai e uma tripla alian a constitu da pelo Brasil, Argentina e Uruguai o sofrimento dos nativos destes pa ses com a chegada da civiliza o No entanto, uma abordagem muito m e uma hist ria muito chata.Premiado pela Leya em 2008, mostrou se uma desilus o

  2. says:

    Toda esta narrativa come a em Paris, onde conhecemos dois capit es do ex rcito napole nico Pereira, que assume o papel de narrador, filho de um judeu portugu s e de uma camponesa nortenha, mais tarde naturalizado franc s e Pierre de Saint Hillaire, um ndio guarani adoptado pelo cientista Saint Hillaire que o trouxe ainda crian a do Brasil para Fran a Levado pelas pistas de uma outra personagem ligada a Saint Hillaire, Pierre parte ent o para o Brasil, acompanhado por Pereira que, credenciado Toda esta narrativa come a em Paris, onde conhecemos dois capit es do ex rcito napole nico Pereira, que assume o papel de narrador, filho de um judeu portugu s e de uma camponesa nortenha, mais tarde naturalizado franc s e Pierre de Saint Hillaire, um ndio guarani adoptado pelo cientista Saint Hillaire que o trouxe ainda crian a do Brasil para Fran a Levado pelas pistas de uma outra personagem ligada a Saint Hillaire, Pierre parte ent o para o Brasil, acompanhado por Pereira que, credenciado pelo jornal Le Figaro, vai ser correspondente no Brasil da guerra que decorria no Sul do territ rio Os principais cen rios da ac o v o de Paris a Congonhas do Campo, Ba a, ao sert o de Minas Gerais, ao Rio de Janeiro, a Montevideu e Buenos Aires, zona das miss es do Rio Grande do Sul, onde vivem os ndios guaranis e ao teatro da guerra do Chaco, que op s o Brasil, o Uruguai e a Argentina coligiados s tropas paraguaias do ditador Solano Lopez.Este n o foi um livro f cil Se, por um lado, as quase 500 p ginas foram um pequeno desincentivo a uma leitura mais atenta e cuidada, por outro a quantidade de assuntos diferentes, como os momentos hist ricos, as reflex es sobre a filosofia de vida das tribos ind genas ou mesmo a pr pria religi o, ao longo de cada cap tulo fazia com que a leitura se tornasse algo complexa Mas aten o, com estes argumentos n o estou a considerar este livro uma m obra Toda a envolv ncia hist rica sobre a guerra entre Brasil Argentina Uruguai e Paraguai interessante, j que s o pontos nem sempre estudados ou discutidos com regularidade A escrita deste escritor mineiro pode n o ser muito trabalhada mas transmite cores, sons e sensa es Al m disso, s o v rias as reflex es que o autor apresenta pela voz do jornalista Pereira que deixam os leitores a pensar um pouco, nomeadamente quando aborda temas como a justifica o das guerras ou a intransig ncia da sociedade para com aqueles que n o se enquadram nos seus moldes pr definidos Uma ltima nota sobre as descri es do autor dos cen rios de guerra As imagens que transmite s o bastante fortes, cru is at , capazes de repugnar os leitores mais sens veis

  3. says:

    Esperava mais de um livro com o pr mio Leya Como romance hist rico sobre a guerra entre o brasil, argentina e uruguai contra o paraguai vale a pena, e sobre a influ ncia dos colonizadores na vida nativa dos indios e escravos no brasil.Como os povos lutam ou n o para manter as suas identidades e sobre os conflitos exist ncias que podem trazer estas misturas de culturas e de poder, vale a pena.Mas a hist ria torna se um pouco aborrecida, muito repetitiva.

  4. says:

    Provavelmente o segundo livro mais chato que li na minha vida depois da trilogia do Senhor Dos An is Parecia intermin vel A est ria at interessante mas a escrita do autor extremamente dif cil e me deixou desesperado in meras vezes.Mas com bastante perseveran a pra saber o que acontece no final, eu terminei o livro No final n o acontece nada interessante.

  5. says:

    O que temos nesta narrativa uma constru o de identidade de um pa s, de um povo e de um homem Sendo o senso de identidade algo que cont m grande n mero de elementos, nenhum deles de percep o simples, tamb m a moldura do romance se constr i por uma variedade de elementos e ambientes Opini o completa em O que temos nesta narrativa uma constru o de identidade de um pa s, de um povo e de um homem Sendo o senso de identidade algo que cont m grande n mero de elementos, nenhum deles de percep o simples, tamb m a moldura do romance se constr i por uma variedade de elementos e ambientes Opini o completa em

  6. says:

    estranho como sempre que se discute algum aspecto da vida moral, como a honra, a bondade, a solidariedade, muita gente se indague sobre sua utilidade Nestes anos em que o positivismo tornou se quase uma doen a que ataca a maioria dos homens que governam os pa ses, fazendo os enxergar na ordem e no ordenamento das id ias a base de toda a felicidade e do progresso das na es, comum buscar uma utilidade para cada coisa Assim, a ordem, o progresso, seriam aplica es teis das id ias, como a o estranho como sempre que se discute algum aspecto da vida moral, como a honra, a bondade, a solidariedade, muita gente se indague sobre sua utilidade Nestes anos em que o positivismo tornou se quase uma doen a que ataca a maioria dos homens que governam os pa ses, fazendo os enxergar na ordem e no ordenamento das id ias a base de toda a felicidade e do progresso das na es, comum buscar uma utilidade para cada coisa Assim, a ordem, o progresso, seriam aplica es teis das id ias, como a ordem unida e os exerc cios f sicos s o pressupostos da forma o de bons soldados Nada mais errado A experi ncia do pensamento e a conviv ncia com uma cultura n o l gica, como a dos ndios brasileiros, t m me mostrado que o bem moral n o til ele , na verdade, uma forma de realiza o harm nica do ser humano, porque coloca o homem no plano real da liberdade medida que sua vida toma o rumo que ele deseja, ao fazer a escolha entre uma vida moral e uma vida baseada no til ou seja, era in cua toda a cultura utilitarista que se pregava nas universidades europ ias, porque o homem n o estava exatamente em seu centro como ser interior e complexo, e sim como produtor e consumidor de bens Voltado exclusivamente para esse eu externo, o homem marchava inexoravelmente para sua destrui o interior, o que resultaria num mundo cada vez pior Um universo onde as guerras seriam justificadas n o mais como conquista de territ rios ou retalia o, mas como forma de impor uma economia de consumo capaz de escravizar cada homem, atando o de vez a necessidades inventadas e sofisticadas E que o obrigariam a entrar num c rculo vicioso de trabalho e consumo, do qual jamais escaparia Assim, vivendo exclusivamente para o consumo, para as necessidades exteriores, o homem abandonaria de vez a sua rica vida interior, a nica for a capaz de mov lo em dire o ao futuro, onde a vida surpreendentemente se renova P g 52 H momentos na vida de um homem em que ele beira seus limites como se fosse a borda de um abismo um passo frente e a queda irrevers vel Mas poucos homens s o capazes de reconhecer essa linha t nue quando a encontram chegam a cair em seus abismos sem perceber a vida se transforma, mas n o se capaz de conhecer o preciso instante em que ela come ou a mudar Assim, a maioria dos homens constr i sua vida com retalhos os mais diversos, e termina a como um manto de remendos onde imposs vel reconhecer o menino no anci o Alguns homens, n o t m a sorte, ou o azar, de perceber e identificar cada ponto limite de suas vidas sofrem, tremem, escolhem S o l cidos, s o homens para quem a exist ncia mais penosa, pagam caro sua pr pria lucidez P g 228

  7. says:

    Tempo livre, sem nada para fazer nesse entretanto e, ainda por cima, n o tinha um livro comigo O que fazer Comprar um E assim foi Deu se a coincid ncia de, nesse dia, ter sido colocado nas livrarias este O Rastro do Jaguar , vencedor do primeiro Pr mio Leya 2008 , galard o que eu desconhecia completamente Gostei da sinopse e aliciou me o facto de ser um romance hist rico, g neros liter rio pelo qual tenho nutrido algum prazer em ler Estavam, pois, reunidas as condi es para comprar est Tempo livre, sem nada para fazer nesse entretanto e, ainda por cima, n o tinha um livro comigo O que fazer Comprar um E assim foi Deu se a coincid ncia de, nesse dia, ter sido colocado nas livrarias este O Rastro do Jaguar , vencedor do primeiro Pr mio Leya 2008 , galard o que eu desconhecia completamente Gostei da sinopse e aliciou me o facto de ser um romance hist rico, g neros liter rio pelo qual tenho nutrido algum prazer em ler Estavam, pois, reunidas as condi es para comprar este livro.O primeiro facto que ficou rapidamente evidente neste livro que estava perante uma obra de grande pendor narrativo e, apesar de n o ser um g nero de escrita que me alicie muito, o certo que dei por mim a ler o livro com algum interesse O autor constr i uma hist ria que parte do facto do narrador principal pretender escrever sobre o seu amigo Pierre, e a procura que ele encetou para encontrar as suas ra zes Pierre era um ndio brasileiro muito provavelmente gurani que foi levado ainda crian a para a Europa, tendo tido uma educa o militar e musical Lutou ao lado do ex rcito de Napole o e tocou percuss o na pera Tannh user, de Wagner Esta obra acabar por ser uma esp cie de leitmotiv transversal a todo o livro as evoca es da mem ria de Pereira o narrador apoiam se de uma forma ou de outra na grandeza e sumptuosidade desta obra wagneriana.Uma certa sensa o de vazio e de indefini o acerca das origens de Pierre, e a oportunidade que teve de encontrar uma ponta do v u que caia sobre o seu passado, empurra o, juntamente com o Pereira, para o Brasil, numa altura em que o Brasil estava em luta armada contra o Paraguaia, naquele que viria a ser o conflito b lico ocorrido na Am rica do Sul A Guerra do Paraguai ou da Tr plice Alian a.Aqui o autor se torna detalhado n o s na descri o do conflito que opunha o Brasil, a Argentina e o Uruguai ao Paraguai, como tamb m acompanhamos Pierre na sua guerra pessoal que visava a sobreviv ncia dos ndios brasileiros, que viram os seus terrenos e o seu modo de vida aniquilados pelo Imp rio do Brasil e pela Igreja Assistimos convers o de Pierre num verdadeiro guarani O Jaguar e ao seu dilema entre levar o seu povo luta contra o opressor branco ou tentar procurar a t o almejada terra prometida dos guaranis.Murilo Carvalho apresenta nos, ent o, uma obra de leitura cativante que poder pecar por se tornar aqui e ali por vezes excessiva no pormenor, mas que no global se revela um romance que vale mesmo a pena ler.Quase me atrevo a dizer que um livro de leitura imprescind vel.9 10

  8. says:

    Se este romance n o se caracteriza por inova es formais contr rio, sua estrutura bastante convencional possui not vel vigor narrativo, que o distingue de outros romances hist ricos A coexist ncia de fatos e personagens hist ricos, reflex es sociol gicas e as paix es rom nticas que movem os personagens bem dosada e acaba gerando diferentes tramas, conduzidas com grande qualidade pelo autor Mencione se ainda a equilibrada vis o da quest o ind gena que prece adequada s discuss es co Se este romance n o se caracteriza por inova es formais contr rio, sua estrutura bastante convencional possui not vel vigor narrativo, que o distingue de outros romances hist ricos A coexist ncia de fatos e personagens hist ricos, reflex es sociol gicas e as paix es rom nticas que movem os personagens bem dosada e acaba gerando diferentes tramas, conduzidas com grande qualidade pelo autor Mencione se ainda a equilibrada vis o da quest o ind gena que prece adequada s discuss es contempor neas sobre o tema e a igualmente equilibrada reconstitui o hist rica, que exprime as posi es das diferentes partes envolvidas na Guerra do Paraguai sem demoniz las nem ridiculariza las, como freq entemente fazem outros autores brasileiros e latino americanos

  9. says:

    I loved it, my first book voloiuntarly read in portugues Poetic Considering the fact, that this is a book about the war, I was surprised that it could have been so good The reason for that was I guess the stress on the reflection about the war I would love to see the English transtaltion soon.

  10. says:

    Confesso que n o acabei Um pouco chato

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